Robson Fernando, Corretor de Imóveis
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Robson Fernando, Corretor de Imóveis
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Comentário · há 8 anos
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Robson Fernando, Corretor de Imóveis
Robson Fernando
Comentário · há 9 anos
Ao contrario da interpretação tradicional realizada no artigo da lei 6.880/80, ressalta-se que o referido artigo estabelece juridicamente um princípio de DEVOÇÃO às finalidades fundamentais das Forças Armadas e não uma vedação para qualquer outra atividade, como constituir família, estudar e até ter outro trabalho, exceto cargo público que a Constituição proíbe[2]. Ou seja, o militar pode exercer diversas outras atividades e até ter outro trabalho na iniciativa privada, desde que compatível com o seu horário de trabalho, porém a atividade militar antecede a qualquer outra.

Queria entender melhor essa colocação, acima.

Da forma que foi explicado, há um entendimento jurídico de que o militar poderia, sim, exercer outra profissão fora da caserna, contanto que esta sua outra ocupação não atrapalhasse a sua escala no quartel.
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Comentário · há 11 anos
Wagner Francesco,

Prazer mais uma vez! Perdoe-me por sempre discordar de seus posicionamentos, mas como diria Nelson Rodrigues: "toda unanimidade é burra".

Acredito, nobre amigo, que o grande problema das drogas como maconha, crack, heroína, cocaína é alto poder de vício, que o amigo queira ou não, é muito, mas muito superior ao do álcool.

Só para constar, antes de continuar, não bebo. E já perdi dois tios, vítimas do alcoolismo e já parentes próximos em situação bem deplorável por conta do álcool.

Mas onde quero chegar é... não tem como comparar o poder destrutivo do álcool com o de "drogas pesadas" que você citou.

Eu consigo imaginar grupos de amigos bebendo toda sexta-feira, o famoso "Happy Hour", e levando suas vidas, sem se viciar, mas esse mesmo grupo de amigos consumindo heroína e crack, ao invés de álcool já vejo outro desfecho amigo... creio que nisso irá concordar comigo.

Por mim deveria proibir o consumo de álcool, até por que não bebo, mas agora... usá-lo como paralelo de comparação para justificar a legalização de outras drogas vejo como demagogia e oportunismo... além de um retrocesso. Você lembra o que o ópio fez com a China?

Agora vejo que também, apesar de não eu não fazer consumo de álcool, e até ser a favor de sua proibição, vivemos em uma democracia. Deve imperar a vontade da maioria, dentro de certos limites éticos e morais.

O álcool faz parte das tradições dos mais diversos povos da humanidade. E por mais danos que ele cause, não chega nem perto dos danos que causam as drogas que você defendeu a legalização (crack, maconha, heroína).

E outra, movimenta a economia... gera empregos, tributos para ser investidos em educação e construção de hospitais.

Os danos do álcool é mais em virtude do seu consumo irresponsável do que o seu consumo por si só..

Muito diferente do crack... onde não existe margem para consumo seguro...
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